História do Vôo Livre
Voar livre como um pássaro
é o sonho milenar do homem, finalmente alcançado e por sorte
nossa numa época em que estamos por aqui.
Aquelas asas sonhadas e projetadas por nossos antepassados foram evoluindo
e hoje estamos nós disputando espaço com os pássaros.
Foi em 1948 que Francis Melvin Rogallo e sua esposa requereram a patente
de uma asa com características semelhantes a asa Standard, também
chamada “Rogallo”. Algum tempo depois a NASA se interessou pelo
modelo de Rogallo com o objetivo de resgatar cápsulas espaciais quando
da reintrodução na atmosfera.
Por volta de 1969 Nelson Palhano e outros começaram a praticar o
vôo rebocado por lancha.
Ano de 1974, inicia o vôo livre no Brasil com o francês Dunoyer
realizando vôos publicitários no Rio de Janeiro e em São
Paulo.
Hoje o vôo livre é um esporte difundido e praticado no mundo
todo, ganhando a cada dia um número maior de adeptos. Novas asas
surgem constantemente em modelos cada vez mais sofisticados, aumentando
a segurança, prolongando o prazer de voar e ampliando os horizontes
ao alcance dos pilotos
A dirigibilidade de uma asa se resume à mudança do centro
de gravidade, através de quatro comandos básicos:
- O piloto levando o seu corpo para a direita a asa fará uma curva
para a direita;
- O piloto levando o seu corpo para a esquerda a asa fará uma curva
para a esquerda;
- O piloto levando o seu corpo para frente ele abaixará o bico da
asa e ela acelerará (picar);
- O piloto levando o seu peso para trás ele levantará o bico
e a asa desacelerará (cabrar).
A asa somente terá sustentação, se houver simultaneamente
superfície vélica (velame) e velocidade mínima do ar(vento),
indicada para a asa. Você poderá até estar parado em
relação ao solo, mas voando em relação ao vento
ou ar que passa pela asa. Leia
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