Ao
longo de seus anos Governador Valadares, cidade situada no leste mineiro ,
tendo o Pico do Ibituruna como sua maior atração para pra-ticas
de esportes. Quando tudo era mata os co-lonizadores chegavam e se encontrava
com uma “Montanha Negara “ na linguagem indíge-na e decidiam
ficar. Em razão disto o povoado de Santo Antonio cuja a história
não narra com precisão este nome. Essa etapa iniciou-se em 1888
cinqüenta anos depois nasce s cidade de Governador Valadares. Isso depois
de ser dis-trito de Peçanha que de tanto brilho recebeu o nome de Figueira
do Rio Doce. Depois de tan-tos esforços cartas e telegrama ao governador
Benedito Valadares atingiu o alvo, emancipan-do Figueira do Rio Doce para
cidade em 1937. Posteriormente Figueira é elevada a município
no dia 31 de Janeiro de 1938
A população queria manifestar sua gratidão ao governo
do Estado, por aquele acontecimento resolveram mudar o nome de Figueira para
Governador Valadares, pois o povo achava –se liberto e percebia as perspectivas
de desenvol-vimento com emancipação do distrito de Figuei-ra,
foram feitas todas as divisões do distrito. O povo não media
esforços para o desenvolvi-mento, pois todos tinham o mesmo ideal:
ven-cer. Os serviços de desbravamento das matas cresciam e aumentavam
a fiscalização. As ter-ras eram legitimadas dando direito evidente-mente
àqueles que as ocupavam. A partir de 1940 a cidade muda de figura e
o campo perde terrenos: aparecem as serrarias, oficinas de micas, abatedouros
de gados, armazéns, pe-quenos comércios, escolas, médicos
e diver-sões.
A mica foi outro grande propulsor do comércio. Dezenas de oficinas
de mica espa-lham-se pela cidade. O material era extraído em lavras
em Governador Valadares e municí-pios vizinhos, beneficiada e exportada
para os EUA através de compra de intermédio de co-missão
americana.
Nessa época a população crescia exagerada-mente e na
cidade não havia lei. Os coronéis existiam, vários donos
de terra, donos de ma-tas, de lavras de micas, cada um dono de suas próprias
leis de seus próprios jagunços.
Privilegiada pela sua condição de eixo central da bacia do Rio
Doce, e ainda por estar localizada onde se cruzam a Estrada de Ferro Vitória
a Minas, a rodovia Rio Bahia (BR-116), hoje tida como a rodovia da unidade
nacional, é possuindo também Aeroporto Coronel Altino Machado
de Oliveira além das BR’s 262 que li-ga Belo Horizonte a Governador
Valadares – Espírito Santo e a 381 que liga também o terri-tório
capixaba. Governador Valadares passou a ser a cidade mais importante do leste
mineiro tornando-se inapelavelmente a cidade líder em todos os sentidos
na bacia do Rio Doce
O rápido desenvolvimento e a beleza do Pico da Ibituruna “Montanha
Negra” proporciona a cidade de Governador Valadares, nos anos de 1960,
inspiram bastante estudantes e apaixo-nados poetas a chamar-lhe de a Princesinha
do Vale do Rio Doce. Nessa época os valadaren-ses tinham o costume
de falar que tudo que e-xistiam em nossa cidade era melhor do que ha-via na
outras cidades. O carnavla de acordo com as pessoas que viveram no tempo da
Princesinha do Vale, era o melhor e o mais a-nimado, o cinema não tinha
melhor tela do que a do cinema de nossa terra.
Hoje Governador Valadares tem 2.447 quilômetros quadrados de área
e uma popula-ção de 280.000 mil habitantes sem contar os 40.000
que vivem nos EUA
A cidade possui um grande número de escolas publicas, estaduais e particulares
que atendem a necessidade de educação da população.
Tendo no nível superior a Universidade do Vale do Rio Doce (UNIVALE)
– Faculdade de Admi-nistração de Governador Valadares
(FAGV) – Faculdade de Direito do Vale o Rio Doce (FA-DIVALE)
Anualmente são realizado em Governador Va-ladares eventos conhecidos
no país inteiro com: Exposição Agropecuário e
o GV FOLIA que trazem para cidade um alto nível de orga-nização
o GV FOLIA considerado o melhor carnaval fora de época do Minas Gerais
atrai foliões de toda a parte do pais, tendo como a-nimação
grande trios e cantores e bandas de axé como Asa de Águia, Chiclete
com Banana e outras mais.
Vôo
livre alça Governador Valadares às nuvens
Com 1.123 metros, o pico da Ibituruna, em Governador Valadares, no interior
de Minas Gerais, é considerado o melhor local do Brasil e um dos cinco
melhores do mundo para a prática de aerodesportos. Balonismo, pára-quedismo,
vôo livre e paraglider são algumas das modalidades que já
usufruiram das térmicas da quente cidade mineira. A tradição
é tanta que todos os anos a abertura das temporadas de asa-delta e
parapente no Brasil acontecem em Governador Valadares.
Entretanto, este ano, uma "aura especial" envolveu os campeonatos
no pico da Ibituruna. É que a cidade foi escolhida para receber o Campeonato
Mundial de Paraglider, em março de 2005. Antes, contudo, haveria um
Pré-Mundial, espécie de evento-teste das condi-ções
da cidade para receber os melhores do mundo na arte de planar.
Houve uma mobilização da comunidade e do poder público
municipal para oferecer as me-lhores condições aos voadores,
inclusive no quesito segurança, essencial em se tratando de um esporte
de risco. Além do Pré-Mundial, rea-lizado de 14 a 20 de março,
foram confirmados ainda os Campeonatos Brasileiros de Parapen-te, de 5 a 11
de março, e de Asa-Delta, de 28 de março a 4 de abril. No total,
foram 45 dias de muitos vôos e emoção.
Em todos houve a presença de estrangeiros. No Pré-Mundial, inclusive,
foram 160 pilotos de 28 países (38 equipes no total). Das sete pro-vas
previstas, apenas quatro puderam ser rea-lizadas, por causa de uma frente
fria que cau-sou muita chuva na região e deixou a condição
de vôo fraca. Para se ter uma idéia, a maior distância
percorrida foram 67,9 quilômetros, no quinto dia de disputa.
O Brasil inscreveu três equipes e, além do tí-tulo, ainda
faturou o quarto e o quinto lugares. Os Estados Unidos foram os vice-campeões
e a Hungria ficou em terceiro. Individualmente, o título ficou com
Frank Brown, piloto do Espírito Santo. O vice-campeão foi o
paulista Alexandre Santos, o Alê, com o carioca Fernando Rocha em terceiro